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4.11 Inteligência Emocional - A teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente - Daniel Goleman, Ph.D.

PARTE QUATRO -  MOMENTOS OPORTUNOS 12 - Ambiente familiar Há centenas de estudos que demonstram que a forma como os pais tratam os filhos - se rígida disciplina ou empática compreensão, indiferença, simpatia, etc. - tem consequências profundas e duradouras para a vida afetiva da criança. (p. 208) [...] O três mais comuns padrões de pais emocionalmente inábeis são: Ignorar qualquer tipo de sentimento. "Laissez-faire," - Tal como aqueles pais que ignoram os sentimentos da criança, estes pais raramente intervêm para sugerir ao filho um sentimento diferente. Ser muito rigoroso, não respeitar o que a criança sente. O que é preciso aprender antes de entrar para a escola A primeira oportunidade para moldar os ingredientes da inteligência emocional é nos primeiros anos, embora essas aptidões continuem a formar-se durante todo o período escolar, As aptidões emocionais que, posteriormente as crianças adquirem formam-se em cima daquelas aprendidas nos primeiros an...

4.10 Inteligência Emocional - A teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente - Daniel Goleman, Ph.D.

11 - A emoção na clínica médica [...] a prática médica não está se dando conta de vários indícios que demonstram, muitas vezes, que a condição emocional das pessoas desempenha um papel muito importante na vulnerabilidade à doença e no processo de cura. De um modo geral, amoderna assistência médica não recorre à inteligência emocional. (p. 183-194) [...] É claro que há enfermeiros e médicos que demonstram solidariedade, que aproveitam a oportunidade para não só dar ao paciente a assistência clínica, mas para também prestar as informações necessárias ao seu bem-estar emocional. Mas a tendência geral é para um universo profissional em que imperativos institucionais impedem que a vulnerabilidade do paciente seja considerada, e também a equipe médica se sente de tal forma premida que descarta esse tipo de questão. (p. 184) [...]  Historicamente, a moderna medicina tem assumido como missão a cura dos sintomas da doença - a desordem clínica -, ignorando o doente , ou seja, aque...

4.9 Inteligência Emocional - A teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente - Daniel Goleman, Ph.D.

10 - Administrar com o coração [...] Os efeitos destrutivos causados por um péssimo temperamento, trabalhadores intimidados ou chefes arrogantes - ou qualquer das dezenas de outras variedades  de deficiências emocionais encontradas no local de trabalho - passariam em grande parte despercebidos por aqueles que estão de fora do ambiente. Os custos dessa deficiência, porém, podem ser constatados através do decréscimo no nível da produtividade, no aumento das perdas de prazo, em erros e acidentes, e no êxodo de funcionários para ambientes em que se sintam melhor. Há, nos baixos níveis de inteligência emocional no trabalho, inevitavelmente, um custo para o balanço final. Quando isso se generaliza, as empresas desabam e vão à ruína.  O custo-benefício proporcionado pela inteligência emocional é uma ideia relativamente nova nas empresas que alguns administradores hesitam em levar em consideração. (p. 167-168) [...] Do lado positivo, imaginem como são proveitosas para o tra...

4.8 Inteligência Emocional - A teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente - Daniel Goleman, Ph.D.

PARTE TRÊS - INTELIGÊNCIA EMOCIONAL APLICADA 9 - Casamento: inimigos íntimos O casamento dele e o casamento dela: a infância de cada uma Huston constatou que, durante o namoro, os homens eram mais disponíveis para uma conversa no nível da intimidade requerido por suas futuras esposas. Mas, depois de casados, com o passar do tempo - sobretudo em casais mais tradicionais -, não mais queriam ter esse tipo de conversa com as esposas, achando que a proximidade significava apenas fazer coisas juntos, a jardinagem por exemplo, e não a discussão de problemas.  O crescente silêncio por parte dos maridos se justifica, em termos, pelo fato - se é que podemos afirmar alguma coisa - de os homens serem mais "polianescos" em relação ao estado de seu casamento, ao passo que as mulheres ficam mais ligadas em questões problemáticas: num estudo sobre o casamento, verificou-se que os homens têm uma visão mais cor-de-rosa que as mulheres em praticamente tudo o que ocorre no relaciona...

4.7 Inteligência Emocional - A teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente - Daniel Goleman, Ph.D.

8 - A arte de viver em sociedade Portanto, controlar as emoções de outra pessoa - a bela arte de relacionar-se com os outros - exige o amadurecimento de duas outras aptidões emocionais: o autocontrole e a empatia. (p. 133) [...] De posse disso, amadurecem as "aptidões pessoais". São competências essenciais eficazes na relação com os outros: aqui, as deficiências conduzem à inépcia no mundo social ou a repetidos desastres. [...] Essas aptidões nos permitem moldar um relacionamento, mobilizar e inspirar os outros, vicejar em relações íntimas, convencer e influencia, deixar os outros à vontade. (p. 134) Expresse suas emoções As demonstrações de emoções, claro, causam um impacto imediato. A regra aprendida pela criança é alguma coisa do tipo "Disfarce seus verdadeiros sentimentos para não magoar alguém que você ama; demonstre, em vez disso, um sentimento falso, porém menos ofensivo". Tais regras para expressar emoções são mais do que parte de um manual de ...

4.6 Inteligência Emocional - A teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente - Daniel Goleman, Ph.D.

7 - As origens da empatia Confusos acerca de seus próprio sentimentos, os alexitímicos ficam igualmente perplexos quando outras pessoas falam do que estão sentindo. Essa incapacidade de registrar os sentimentos de outrem significa que existe um grande défict de inteligência emocional e uma trágica falha  no entendimento do que significa ser humano. Pois todo relacionamento, que é raiz do envolvimento, vem de uma sintonia emocional, da capacidade de empatia. (p. 118) Como se desenvolve a empatia Uma série de estudos feitos por Marian Radke-Yarrow e Carolyn Zahn-Waxler, do Instituto Nacional de Saúde Mental, mostrou que grande parte dessa diferença em interesse empático tinham a ver como os pais educavam seus filhos. Elas constataram que as crianças eram mais empáticas quando a educação incluía chamar fortemente a atenção para a aflição que o mau comportamento delas causava nos outros: "Veja como você a deixou triste" em vez de "Isso foi malfeito". Também de...

4.5 Inteligência Emocional - A teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente - Daniel Goleman, Ph.D.

6 - Aptidão Mestra Na medida em que nossas emoções atrapalham ou aumentam nossa capacidade de pensar ou fazer planos, de seguir treinando para alcançar uma meta distante, solucionar problemas e coisas assim, elas definem os limites de nosso poder de usar novas capacidades mentais inatas, e assim determinam como nos saímos na vida. E na medida em que somos motivados por sentimentos de entusiasmo e prazer no que fazemos - ou mesmo por um grau ideal de ansiedade -, esses sentimentos nos levam ao êxito. É nesse sentido que a inteligência emocional é uma aptidão mestra, uma capacidade que afeta profundamente todas as outras, facilitando ou interferindo nelas. (p. 103) Controle da impulsividade, o Teste do Marshmallow [...] embora alguns afirmem que o QI não pode ser mudado e que, portanto, representa uma inflexível limitação do potencial de vida da criança, há amplos indícios de que aptidões emocionais como  o controle de impulso e a interpretação de uma circunstância podem se...